Nos passos de Magalhães

Foi precisamente a leitura do livro de Gonçalo Cadilhe “Nos Passos de Magalhães” que pôs a Indonésia no mapa das nossas viagens. Quando soubemos que ia realizar o percurso do navegador de Jacarta às Molucas, matriculamo-nos na expedição! Começámos há poucos dias a folhear os guias da Lonely Planet e folhetos que amigos que por lá passaram fizeram questão de nos oferecer.

O percurso

1º e 2º dias – Chegada a Jacarta. No dia seguinte inicia-se a travessia da ilha de Java em direcção a Bandung onde pernoitamos. No caminho visitaremos as plantações de chá e os jardins coloniais de Bogor.

3º dia – Está prometida, para além da exploração da cidade, uma caminhada num parque florestal e pelas colinas que rodeiam Bandung.

4º e 5º dias – Viagem de comboio para Jogyakarta onde esperamos visitar o templo de Prambanan e o palácio de Kraton para além de passear pela cidade .

6º dia – Exploração do templo de Borobudur e partida em direcção ao vulcão Bromo.

7º dia – Visita ao templo de Sukuh e ao lago Makatan.

8º dia – Esperar o nascer do sol na cratera do vulcão Bromo e regresso para Surabaya para apanhar o voo doméstico para Makassar.

9º dia – Ilhas Molucas (Ternate) – Finalmente na Ilha das Especiarias esperamos  encontrar ao vivo o cravinho, a canela, a noz moscada e outras cheirosas especiarias! E as pessoas, claro!

10º dia – Navegação entre Ternate e Tidore.

11º e 12º dias  –  Regresso e visita a Jacarta.

13º dia e mais 4 – Os peregrinos descansarão em Bali!

Documentos

De entre as indicações básicas registamos: o passaporte tem de ter a validade de mais de 6 meses (o visto de entrada, válido por um mês, adquire-se no aeroporto e custa 25 dólares; há uma taxa de aeroporto de cerca de 10 dólares a pagar à saída). Fizemos uma fotocópia para levar por questões de segurança e digitalizámos a folha de identificação que enviámos para o nosso email para podermos aceder a ele se necessário.

A saúde na bagagem

Não dá jeito nenhum ficar doente em viagem e, por isso, convém tomar algumas precauções básicas: vacinas do tétano e da hepatite em dia, recomendação da Consulta do Viajante. Como o risco da malária é baixo e como são muito desagradáveis os efeitos secundários dos medicamentos da profilaxia da malária, decidimos tomar outras precauções para evitar picada de mosquito infectado ou não: comprámos duas embalagens de repelente! Confessamos que o mosquito da embalagem nos impressionou e reforçamos o número de T-shirts de manga comprida!

Um kit com medicamentos básicos – anti-diarreico, anti.-inflamatório, analgésicos, pensos rápidos – convém seguir na mala de mão não vá o diabo tecê-las. Aliás vamos prevenidos para a eventualidade das malas se extraviarem. Nas deslocações entre os vários locais vamos usar diferentes meios de transporte: táxi, comboio, barco, tuk-tuk, minibus, pelo que se aconselha bagagem essencial, portanto, leve.

E aqui vamos e notícias mandaremos!

Manuela Matos Monteiro & João Lafuente

6 comentários a Nos passos de Magalhães

  1. Quem sabe um dia não vos sigo a peugada…., até lá..,(que esse dia chegue) confesso o meu grande, grande “formigueiro cotovelar”!!!!!
    Uma óptima e perfeita viagem para vocês, fazendo votos que não vos faça falta o Kit medicamentoso que vos acompanha, mas que a vossa bagagem vos permaneça debaixo de olho!! Divirtão-se à exaustão, e, claro venham os vossos belos e sensíveis registo de viagem….. Ficar bem. Beijo amigo

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  2. Grande viagem, mas quem trabalha em Setembro, fica de fora, os outros… Que posso dizer??? Disfrutem e sejam como os de lá é para isso que viajamos.
    Fiquem bem

    Responder

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