Quando a literatura pode mudar a sociedade

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O escritor mineiro Luiz Ruffato foi o herói da cerimónia oficial da abertura da Feira do Livro de Frankfurt, que começa nesta quarta-feira e em que o Brasil é o país convidado. No discurso que fez na terça-feira à noite numa cerimónia só para convidados, arriscou, pôs o dedo na ferida e foi aplaudido de pé.
Podem ler a reportagem que fiz da cerimónia no PÚBLICO online a partir daqui.
No final, o escritor não parava de receber parabéns de várias pessoas. Muitos foram aqueles que se sentiram representados por ele, como Paulo Lins ou Cristovão Tezza. Embora, por exemplo, o autor de literatura infantil e cartoonista Ziraldo se tenha levantado da plateia, também no final e tenha dito às pessoas que não deviam aplaudir.
Por outro lado, o vice-presidente Michel Temer, que está na feira a representar a presidente brasileira Dilma Rousseff, fez um discurso na cerimónia de abertura como se estivesse num palanque de um comício político e caiu no ridículo ao referir o livro de poemas que publicou: “Publiquei timidamente. Não recebi críticas, mas também não recebi elogios”, disse. Ainda cometeu a gafe de dizer que a Ministra da Cultura era Ministra da Educação. No final, obviamente, foi vaiado.
Hoje de manhã, na conferência de imprensa que a Ministra da Cultura brasileira, Marta Suplicy, deu aqui em Frankfurt os discursos do dia anterior voltaram a ser tema.

Na imagem, os papéis do discurso que Luiz Ruffato levou e leu na cerimónia.

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