Hoje pode ler no caderno Ípsilon

NA CAPA

Julião Sarmento pelo buraco da fechadura

Retrospectiva em Serralves
O alfabeto de Julião Sarmento
Noites Brancas, que o Museu de Serralves inaugura esta noite, é a maior retrospectiva de sempre de um dos nomes fundamentais da arte portuguesa contemporânea. Obra, vida e ficção numa exposição que é também a enciclopédia muito pessoal e intransmissível de Julião Sarmento. Por Nuno Crespo

António Campos: Ele não é carioca
Aos 13 anos já fazia filmes. Brasileiro não-brasileiro, cria de Nova Iorque, é o homenageado do Cortéx, em Sintra. Passeámos com ele em Copacabana.

“O marxismo era uma fé e não vejo como resuscitá-la”
Utopia em Dói Menor é uma conversa entre o filósofo Onésimo Teotónio de Almeida e João Maurício Brás. Fala-se de Filosofia e do Portugal de café, diz-se mal do marxismo, das revoluções, da conversa de doutores e da falta que nos faz assumir responsabilidades. Tudo fora de brincadeiras. Como esta entrevista.

Máquina de disparar riffs
Para uma boa parte dos fãs iniciais, os Black Keys são uns vendidos. Mas se todos os vendidos fizessem riffs assim os anúncios de televisão seriam melhores que cinema.

A canção clássica a passear de asa delta
Na sua vida actual, aquela que Índio de Apartamento cristaliza, Vinicius Cantuária é um subversor da bossa. Na próxima pode vir a ser outra coisa qualquer: talvez um crooner quase como Cole Porter.

A cantar como quem faz surf
Fez como vê os netos fazer: o canto de Carlos do Carmo surfou por cima do piano de Maria João Pires, encontrando a liberdade nos fados “vienenses” de António Victorino de Almeida.

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