Os livros que estarão nas livrarias portuguesas em Janeiro, Fevereiro e Março de 2012

 

Janeiro

Oito Noites Bran­cas”, do pro­fes­sor André Aci­man (ed. Matéria Prima) é a primeira ficção deste pro­fes­sor de lit­er­atura em Nova Iorque edi­tada em Por­tu­gal. Este é o primeiro livro de ficção desta edi­tora.
A Grande Arte” de Rubem Fon­seca (agora edi­tado na Sex­tante) com pre­fá­cio de Fran­cisco José Vie­gas e pos­fá­cio de Mario Var­gas Llosa.
“A Queda de Wall Street” de Michael Lewis (ed. Lua de Papel), “provavel­mente o maior best-seller de sem­pre sobre a actual crise”, diz a edi­tora.
O Óbvio que Igno­ramos” do jor­nal­ista Jacob Pétry (Estrela Polar) mostra que não há um fac­tor ou mágico que faça com que algu­mas pes­soas se tornem ricas, saudáveis, felizes enquanto out­ras nunca encon­tram o seu espaço.
Tra­bal­hos e Paixões de Fer­nando Assis Pacheco”, de Nuno Costa San­tos, uma biografia pub­li­cada pela Tinta-da-china.
O Homem que era Quinta-feira”, de G. K. Chester­ton na Alêtheia que está a pub­licar a sua obra. “A Caixa Negra”, de Amos Oz (na edi­tora Dom Quixote).
O romance “Outra Vida” do brasileiro Rodrigo Lac­erda e que foi final­ista prémio PT sairá na Quet­zal.
Shake­speare”, um ensaio de Giuseppe Tomasi di Lampe­dusa (o autor de “O Leop­ardo”) será pub­li­cado na Teo­rema.
Era tudo tão bom” de Linda Grant, final­ista do Man Booker 2008 e vence­dora do Orange Prize em 2000 (ed. Civ­i­liza­ção).
Lágri­mas na Chuva” de Rosa Mon­tero (Porto Edi­tora), um romance futur­ista sobre a sobre­vivên­cia, sobre a ética política e indi­vid­ual, sobre o amor e a neces­si­dade do próx­imo, e sobre­tudo sobre a memória e a busca de identidade.

No primeiro trimestre e sem data mar­cada a Plan­eta irá pub­licar:  “O que eu sei dos homen­z­in­hos”, de Juan José Mil­lás; “El Impe­rio eres tú” de Javier Moro, que rece­beu o prémio Plan­eta e de Car­los Ruiz Zafón, o mais recente livro “El pri­sionero del cielo”.
Durante este ano, a edi­to­r­ial Cam­inho irá pub­licar o livro “Largada das Naus”, de António Borges Coelho (é o 3º vol­ume da colecção História de Por­tu­gal); “Um Piano Para Cav­a­los Altos”, de San­dro William Jun­queira, “A Con­fis­são da Leoa”, de Mia Couto. Durante o ano vão ser ainda pub­li­ca­dos na Cam­inho novos livros de Ond­jaki, de Daniel Sam­paio, de Joana Bertholo e de Patrí­cia Portela.
No primeiro semes­tre sairá na Teodolito “Aire de Dylan” de Enrique Vila-Matas. É o seu último romance e o edi­tor ten­ciona publicá-lo em simultâ­neo com Espanha. E ainda “A última viagem do Capitão Emílio Sal­gari” de Ernesto Fer­rero e “Rom@” de Stéphane Audeguy (ed. Teodolito).

Fevereiro

Iní­cio da pub­li­cação das obras de Jorge Luis Borges (“Livro de Areia” e “História da Eternidade”) na Quet­zal que este mês tam­bém pub­lica tam­bém “Humil­hação e Glória” de Helena Vas­con­ce­los.
Glória”, de Vladimir Nabokov (na Teo­rema). “O Teste do Psi­co­pata” de Jon Ron­son (Lua de Papel). Uma inves­ti­gação sobre psi­co­patas e a indús­tria da lou­cura do real­izador de doc­u­men­tários e autor do livro “Homens que matam cabras só com o olhar” que foi adap­tado ao cin­ema.
Anatomy of a dis­ap­pear­ance” de Hisham Matar (ed. Civ­i­liza­ção). “Civ­i­liza­tion: the west and the rest” de Niall Fer­gu­son (ed. Civ­i­liza­ção)
Adão no Éden” de Car­los Fuentes (Porto Edi­tora). O mais recente romance de Car­los Fuentes, que faz parte o “triân­gulo de ouro” da lit­er­atura latino-americana, jun­ta­mente com Var­gas Llosa e  Gar­cía Márquez.
Últi­mas Notí­cias do Sul” de Luís Sepúlveda (ed. Porto Edi­tora). As palavras de Luis Sepúlveda e as fotografias de Daniel Mordzin­ski num relato da viagem de ambos pela Patagó­nia.
18 Palavras Difí­ceis”, de Luís Rainha sairá na colecção de ficção por­tuguesa da Tinta-da-China. “O Mur­múrio do Mundo”, de Almeida Faria com ilus­trações de Bár­bara Assis Pacheco (na colecção de lit­er­atura de via­gens da Tinta-da-China). “O via­jante oci­den­tal que pela primeira vez visita Goa e Kochi (Cochim) enfrentará provavel­mente, ape­sar dos muitos traços do pas­sado europeu, a ver­tigem do caos à sua volta e den­tro de si. Quando começa a familiarizar-se com a eston­teante exu­berân­cia e com as con­tradições coex­is­tentes, quando julga começar a enten­der a com­plex­i­dade das cas­tas, dos cul­tos e dos usos tão difer­entes, quando começa a fixar nomes, ima­gens, atrib­u­tos dos deuses, tudo lhe foge de súbito, tudo se torna de novo con­fuso, como se o véu de Maia voltasse a cobrir a inde­cifrável irre­al­i­dade do real.”, diz o autor sobre a sua viagem à Índia.
A Rapariga de Papel” de Xu Xiaobin (ed. Pre­sença) com mais de 100 mil exem­plares ven­di­dos na China, é a história de uma família através de cinco ger­ações de mul­heres desde a década de 50 do século XX.
O poli­cial “Scar­petta” de Patrí­cia Corn­well (ed. Pre­sença) em que a espe­cial­ista em patolo­gia forense Kay Scar­petta aceita uma nova mis­são em Nova Iorque.
Os 10 livros que todos os con­ser­vadores devem ler” de Ben­jamin Wiker, do mesmo autor de “Os 10 Livros que estra­garam o Mundo”, já edi­tado pela Alêtheia.
Antolo­gia Poética Erótica — As Palavras do Corpo”, de Maria Teresa Horta (Dom Quixote)
A Vida Pri­vada de Maxwell Sim” de, Jonathan Coe (Dom Quixote).
A Cor da Memória” da escritora espan­hola Care San­tos (Plan­eta) que é uma das con­vi­dadas do Cor­rentes d’Escritas na Póvoa de Varzim.
Como carne em pedra quente”, romance de estreia de Ana Sofia Fon­seca, vence­dora do Prémio Gazeta 2010, sairá este ano, ainda sem data mar­cada, na Clube do Autor.
A mul­her que mer­gul­hou no coração do mundo” de Sabina Berman (Planeta), livro a que a vence­dora do Prémio Cer­vantes, Ana María Matute, se referiu dizendo que era uma obra única.
Um Longo Cam­inho para a Liber­dade” de Nel­son Man­dela (Plan­eta), livro de memórias.
Cari­bou Island”, de David Vann (Ahab Edições).

“Baku– Últi­mos Dias” de Olivier Rolin (Sextante)

“Cin­zas de Abril” de Manuel Moya(Porto Editora)

“Adão no Éden” de Car­los Fuentes (Porto Editora)

Março

E a noite roda”, de Alexan­dra Lucas Coelho (na colecção de ficção por­tuguesa da Tinta-da-China). É a história de Ana e Léon, uma catalã e um belga que se con­hecem em Jerusalém e ao longo de dois anos vivem uma paixão inter­mi­tente, do Médio Ori­ente à América, pas­sando por vários lugares da Europa. Um excerto: “Noite na terra. Nunca é noite na terra porque a noite roda. Mas é noite na terra quando duas pes­soas estão coladas uma à outra. Só nós esta­mos vivos, somos a Arca de Noé.”

The naive and the sen­ti­men­tal Nov­el­ist” de Orhan Pamuk (ed. Pre­sença): que tipo de proces­sos ocor­rem nas nos­sas mentes quando lemos um romance? Qual é a relação entre os per­son­agens de um romance e as pes­soas reais? Como é que a arte do romance está lig­ada à poe­sia, à pin­tura e à política? São algu­mas das per­gun­tas, a que neste ensaio, responde o Prémio Nobel da Lit­er­atura 2006. Foram reunidas neste vol­ume o con­junto das palestras que Orhan Pamuk deu em Har­vard, as Nor­ton lec­tures.
Jerusalém – A Biografia”, de Simon Sebag Mon­te­fiore (Alêtheia) que foi con­sid­er­ado por Bill Clin­ton o livro do ano de 2011.
O Imper­ador das Men­ti­ras”, de Steve Sem-Sandberg (Dom Quixote) , livro sobre o Gueto de Varsóvia, Prémio August.
Riba­mar”, do crítico literário brasileiro José Castello (Dom Quixote) que rece­beu este ano o Prémio Jabuti na cat­e­go­ria de romance.
O Teu Rosto Será o Último”, de João Ricardo Pedro, vence­dor do Prémio Leya, será pub­li­cado durante o primeiro semes­tre na Leya. “O Feitiço da Índia”, novo romance de Miguel Real sairá na Dom Quixote.
O segundo vol­ume de “1Q84” de Haruki Murakami sairá na Casa das Letras.
Jesus Ama-me” de David Safier (Plan­eta) é o segundo romance deste autor alemão que se tornou um fenó­meno de ven­das quando pub­li­cou o primeiro romance.
O estu­dante de Coim­bra” de Guil­herme Cen­tazzi (Plan­eta) que foi pela primeira vez edi­tado em 1840. Pub­li­cado em três vol­umes foi o primeiro romance por­tuguês traduzido e pub­li­cado no estrangeiro (na Ale­manha em 1848).
Ladrão de Cadáveres” de Patrí­cia Melo (Quet­zal) e “A Pista de Gelo” de Roberto Bolaño (Quet­zal).
O último solteiro”, colecção de con­tos do amer­i­cano Jay Mcin­er­ney (Teorema).

Ágape” de Padre Marcelo Rossi (Porto Editora)

Furacão” de Lau­rent Gaudé (Porto Editora)

Os Tecla­dos + Três Histórias com Anjos” de Teolinda Ger­são (Sextante)

“Todas as cores do mundo” de Miguel Miranda (Porto Editora)

A Guimarães con­tin­uará a pub­licar em 2012 as obras de Agustina Bessa-Luís com destaque, sem data de pub­li­cação mar­cada, para “Bre­viário do Brasil”, um retrato do Brasil pelos olhos da autora; surg­i­mento de uma nova colecção de tex­tos breves, sendo o primeiro título “Kafkiana” (con­junto de tex­tos ded­i­cado ao autor de “O Processo”). E tam­bém a obra de Jorge de Sena com destaque para “Poe­sia Com­pleta — Vol­ume I”. Na Ática con­tin­u­ação da (re)edição da obra com­pleta de Fer­nando Pes­soa com destaque para alguns inédi­tos (inves­ti­gação coor­de­nada por Jerón­imo Pizarro), ainda sem data mar­cada bem como “A Vitória de Orwell” de Christo­pher Hitchens (Verbo).
Este ano uma das apos­tas da Reló­gio d’Água será James Joyce de quem pub­li­carão em 2012 e sem data mar­cada
Música de Câmara”(tradução de João Almeida Flor), “O Retrato do Artista Quando Jovem” (tradução de Paulo Faria); “Gentes de Dublin”(tradução de Mar­garida Vale de Gato) e “Ulisses” (tradução de Jorge Vaz de Car­valho). Lançarão tam­bém “Made­moi­selle Fifi e Con­tos de Gal­in­hola”, de Guy de Mau­pas­sant (tradução e pre­fá­cio de José Sara­m­ago). Bem como “Con­tos”, de Liud­mila Petru­shevskaia (tradução de Nina Guerra e Fil­ipe Guerra) e “Con­tos”, de Lydia Davis (tradução de Miguel Ser­ras Pereira e Manuel Resende). De Clarice Lispec­tor a Reló­gio d’Água vai pub­licar “O Lus­tre”, “Água Viva” e “Um Sopro de Vida”. E “O Corso”, de Pedro Mexia e “Poe­sia”, de Dylan Thomas (tradução de Maria Ade­laide Ramos).

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