Amanhã pode ler no caderno ípsilon

NA CAPA

“48”, mergulho de Susana de Sousa Dias nos arquivos da PIDE
Esta história também é nossa

Há vidas inteiras que contam a história do país

48 anos de ditadura, 37 anos de democracia e um filme – “48”, de Susana de Sousa Dias – sobre a tortura durante o Estado Novo, feito a partir das fotografias de cadastro da PIDE. O Ípsilon foi ouvir alguns dos presos que a realizadora reencontrou. Falam sobre o antes, o durante e o depois da tortura, e nesse intervalo conta-se a história (passado, presente , futuro) deste país. Por Susana Moreira Marques

A arte portuguesa ainda não descobriu o fim do Império

Como vão as relações da arte portuguesa com o passado colonial de Portugal? “Carlos Cardoso – directo ao assunto”, a exposição de Ângela Ferreira na Galeria Filomena Soares, reaviva uma velha discussão muito bem-vinda numa altura em que o país suspira de novo pela sua Europa.

Mathieu Amalric no seu labirinto
Um dos grandes actores do momento dirige-se a si próprio no papel de um produtor em fuga para a frente. Mathieu Amalric, vilão do último James Bond, figura maior do cinema francês, inspirou-se nas cortesãs de Colette, no feminismo pragmático ” new burlesque” e nos tormentos do mundo do cinema para “Tournée – Em Digressão” – e o resultado é um filme profundamente pessoal.

O paradoxo Bill Callahan

Dois dias depois de “Sometimes I Wish We Were an Eagle”, o seu disco mais acessível, Bill Callahan regressa com “Apocalypse”, nova escavadela no interior da mente, nova escavadela no folclore americano. E pelo meio imita James Brown (mas não muito).

A balada de um Horrors e da soprano Rachel
Faris Badwan, vocalista dos Horrors, gravou uma colectânea de girls groups à namorada, a soprano Rachel Zeffira. Foi o início dos Cat’s Eyes. Desse impulso nasceram canções atrás de canções e dez estão no álbum de estreia do duo, que ouvimos como reconstrução da memória das Ronettes ou Shangri-Las da década de 1960.

Crónica de Augusto M. Seabra : Mahler, cem anos depois

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