Amanhã pode ler no suplemento ípsilon

NA CAPA

Agarrem este melodrama, está escrito no vento
“Lola”, de Brillante Mendoza, numa sala e num DVD perto de si

Viver e morrer em Manila
Temos de apanhar este melodrama trazido pelo vento e pela chuva: “Lola”, de Brillante Mendoza. Temos de agarrar a obra deste cineasta, que se expande a olhos vistos – “Kinatay”, filme anterior, sai também em DVD. Vida e morte em Manila, Filipinas. Por Vasco Câmara

O desassossego de João Botelho

Começou a ler o “Livro do Desassossego” numa “crise de vida” e só parou agora, que fez dele um filme. “Filme do Desassossego” estreia-se quarta-feira, em Lisboa, e depois viaja por todo o país, sempre fora das salas de cinema comerciais: “Não se pode ouvir este texto a comer e a beber”.

Todos os homens matam a coisa que amam

“I shot my love” de Tomer Heymann, é a história de um homem que filma o amor da sua vida como se fosse uma metáfora para a história política e cultural de dois países, Israel e a Alemanha. E, no entanto, é só uma história de amor.

A história da consciência como nunca a tínhamos ouvido contar

Há dez anos, em “O sentimento de Si”, o neurologista português António Damásio explicava pela primeira vez a sua visão de como o cérebro  humano constrói a consciência. Agora, em “O Livro da Consciência”, volta ao mesmo tema, mas com uma “receita” muito mais apurada. Conta-nos a emergência da consciência no cérebro humano como nunca a tínhamos ouvido contar, num livro que tem lançamento mundial em Portugal.

Clarice no mapa

Benjamin Moser escreveu a primeira biografia originalmente escrita em língua inglesa de um escritor brasileiro. Aos 17 anos descobriu a obra de Clarice Lispector e o seu fascínio nunca mais terminou.

Os anos 60 no Mali somos nós

Calças à boca de sino, camisas justas, discos em vinil, cabeleiras afro, óculos de sol – Bamako, a capital do Mali, na década de 60. Malick Sidibé fotografou uma juventude que imitava o Ocidente. Hoje são os ocidentais que vão ao seu estúdio para serem fotografados. O DocLisboa mostra Sidibé no Palácio Galveias.

Camané aos nossos amores

Um mote de O’Neill, uma ideia de fado, uma colagem dos tons que o amor vai dando á vida: paixão, ´+odio, distância, saudade, ironia. É assim o novo disco de Camané, “Do Amor e dos Dias”, dia 27 nas lojas e a 7 de Outubro no palco do CCB.

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