Amanhã pode ler no Ípsilon

NA CAPA

Uma actriz de cristal
Alexandra Lencastre regressa ao teatro, 12 anos depois, em “Um Eléctrico Chamado Desejo”

Uma Mulher sob influência
Bruscamente neste Verão. Alexandra Lencastre volta ao teatro, 12 anos, uma vida inteira depois. A partir de dia 9, vamos vê-la em “Um Eléctrico Chamado Desejo”, encenação de Diogo Infante no D. Maria, em Lisboa, vamos vê-la em Blanche DuBois, “femme fatale” voraz, retirada de cena, caçadora transformada em presa. Alexandra não está a fazer de si própria, embora descubra sinais em tudo. Como Blanche, é uma mulher em perigo: “Tenho medo de não passar. Isto é tudo um grande sofrimento.” Por Anabela Mota Ribeiro com Tiago Bartolomeu Costa

Christophe Honoré entre as mulheres
“Não Minha filha, Tu Não Vais Dançar” é o “filme feminino” que Christophe Honoré escreveu para Chiara Mastroianni. Ao Ípsilon, o cineasta fala de mulheres, das famílias do cinema francês e do escândalo “Homme au Bain”, que acaba de chocar Locarno.

Isobel Campbell ao volante
Mark Lanegan é o homem de poucas palavras e Isobel Campbell a rapariga tímida dos Belle & Sebastian. Esta era a história, até que “Hawk” , novo álbum da dupla, veio contar outra.

O cerco de João Tordo
O vencedor do Prémio José Saramago 2009 falou com o Ípsilon sobre o seu novo romance, “O Bom Inverno”, uma espiral descendente em direcção ao inferno numa casa perdida num bosque em Itália. Não há saída, diz o escritor, nem mesmo para a literatura: aqui toda a gente se vai odiar e trair até não haver ninguém, nem mesmo um narrador, a sobreviver para contar.

O que é isto, João Nicolau?”
“A Espada e a Rosa”, inclassificável primeira longa-metragem de João Nicolau, está a concurso no Festival de Veneza. O realizador explica o suficiente para percebermos porque é que este filme de utopias, aventuras, solidão e fim de Verão faz figura de óvni no cinema português.

2 comentários a Amanhã pode ler no Ípsilon

  1. Tem toda a razão. Já fui emendar online. É reiniciado depois de Wallace morrer. Foi no dia do funeral que ele recomeçou a escrever o livro em que trabalhava há anos. Obrigada pela chamada de atenção.

  2. Consegue explicar-me como é que o Frazen demorou 7 anos a escrever o Freedom, se o começou a escrever depois do Wallace falecer? Isto segundo a sua nota no Ípsilon…

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