Amanhã pode ler no suplemento Ípsilon

NA CAPA

Marlene Dumas: E a realidade entrou por Serralves adentro
Uma pintora da vida moderna
“Contra o Muro”, no Museu de Serralves não é apenas uma viagem à obra e ao percurso de Marlene Dumas. É uma das mais importantes exposições de pintura dos últimos anos. E um reencontro, sempre renovado, com algumas das questões que marcam a vida da pintura contemporânea. Por José Marmeleira

O teatro sem artifícios
Emmanuel Demarcy-Mota faz de “Casimiro e Carolina”, de Odon von Horvath, um grande fresco teatral, impondo uma leitura pessimista no que podia ser só melancolia. Sexta-feira no S. João, e dias 15 e 16 no D. Maria, o futuro que não se imaginava em 1929 alerta-nos para o presente em que vivemos.


Charlotte, absolutamente

São raras e recentes as experiências teatrais de Charlotte Rampling. “Só faço coisas quando sei que me vou confrontar com algo que me provoque”, diz, nesta entrevista, em que deixa que se confunda actriz, personagem e mulher.


Matthias Langhoff, Tesouro Nacional Vivo

Como Vergílio Ferreira preparou o futuro
Uma novela e um romance inédito, que Vergílio Ferreira optou por não publicar em vida, saíram na Quetzal, que está a reeditar a obra completa. A equipa de investigadores que está a trabalhar o seu espólio conta ao Ípsilon as razões da decisão.

Dave Eggers, Nova Orleães e o empreiteiro Zeitoun
Um dos meninos de ouro da nova literatura americana pôs mais uma vez o seu talento (enorme) ao serviço de uma causa, a dos direitos humanos no seu país. O resultado, inquietante, é uma narrativa não-ficcional que se lê com a avidez de um romance. Sobre os mecanismos “kafkianos” da justiça americana.

Um dicionário que vem pôr ordem nas ordens
Ordens religiosas junto de ordens maçónicas e esotéricas, ordens profissionais e militares. Um dicionário inédito acaba de ser publicado em Portugal, recenseando todas as ordens e instituições afins. O projecto será imitado em vários países.

São José Almeida abriu o armário dos homossexuais na ditadura
“Os Homossexuais no Estado Novo” traça a homossexualidade (masculina e feminina) durante o Estado Novo, reescrevendo a história do século XX português.

Mi Ami: Este punk não é aquilo que pensamos
Os Mi Ami são um ritmo que jorra de forma incessante, como se o rock’n’roll se transformasse em celebração tribal, em funk dilacerado, em violento psicadelismo. Em “Steal Your Face”, o segundo álbum, põem Bob Marley na capa para lançar uma pergunta: “Como viver num mundo em que tudo é trivializado e transformado em lixo?”

Os lugares de Hanne Hukkelberg
Oslo, Berlim, Ilha de Senja, Brooklyn. É esta a geografia íntima de Hanne Hukkelberg, a cantora norueguesa que cria fantasias pop a partir dos lugares onde habita. Quarta-feira é a vez de Lisboa.

Miles Cleret deu bom nome ao Panamá e à Colômbia
Nunca ninguém tinha posto tão ao claro a grandeza da música africana e da América Latina. Fundador e ideólogo da editora SoundWay, Miles Cleret mostrou que os negros estavam muito à frente. Foi ele que nos reeducou na arte da dança.

2 comentários a Amanhã pode ler no suplemento Ípsilon

  1. Olá Isabel!
    Encontrei o seu blog na pesquisa do livro: Os Homossexuais No Estado Novo – São José Almeida. Gostaria muito de ler esse livro.
    Gostei muito do seu blog, pois tem assuntos muito interessante tal como a divulgação de livros da temática gay, assim tomei a ousadia de contactar com a Isabel. O motivo pelo qual a estou a contactar é para lhe falar num livro de poesia, que publiquei em 2008 pela Corpos Editora. O livro chama-se: «O Que O Meu Coração Diz», e destina-se a todas as mulheres que amam outras mulheres. Destina-se ao amor no feminino e eu penso que poderá suscitar grande interesse para ser divulgado no seu blog.
    Deixo-lhe aqui o link do meu blog com o mesmo nome do livro que, é onde faço referência do e é também onde divulgo as poesias contidas no livro para que possa fazer a sua apreciação.

    http://oqueomeucoracaodiz.blogspot.com

    Cris Henriques

  2. Excelente: passeio marcado.
    Se a memória não me falha, em 98, vi (ainda a consumar a adolescência), no Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian, ao mesmo tempo, na efervescência explosiva da Expo 98 – agora Parque das Nações; uma exposição de desenhos individual de Marlene Dumas.
    E porque não depois um passeio pelo jardim? Se é um espaço natural tão sóbrio e, na minha opinião, importantíssimo marco na história do paisagismo em Portugal.
    Antes disso compro o suplemento Ípsilon.

Deixar um comentário