Sexta-feira pode ler no suplemento Ípsilon

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NA CAPA
A literatura portuguesa é má na cama?
O sexo dos nossos escritores

Andamos a escrever mais sobre sexo, mas será que temos jeito?
Os brasileiros são melhores do que nós, os poetas superam os romancistas. Será por causa das limitações da língua, falta-nos tradição literária ou somos demasiado pudicos? Os diagnósticos variam, mas os sintomas são comuns: em Portugal, (ainda) escrevemos pouco sobre sexo e nem sempre sai grande coisa. Por Luís Francisco.


A voz de uma comunidade silenciosa

Nasceu na comunidade dos açorianos emigrados no Canadá. Cresceu na Toronto dos anos 70 rodeado por homens que tinham perdido os sonhos e que esperavam que fossem os filhos cumpri-los. Em “Terra Nova” Anthony de Sá quis dar voz aos que nunca tiveram histórias de sucesso para contar.

Juan José Millás na cidade dos homenzinhos
Recebeu o Ípsilon numa caverna de Ali Babá: o sotão da sua casa em Madrid. É aí que fantasia, constrói personagens perplexas perante o quotidiano e cria o seu território mítico. Conversa sobre “Os Objectos Chamam-nos”, livro de contos.

Auschwitz concentra todas as contradições das sociedades modernas
Ferran Gallego, professor de História do Fascismo na Universidade de Barcelona, não acredita que possamos compreender o século XX e mesmo os dias de hoje sem entender como, no país de Bach e Kant, se exterminaram milhões de seres humanos em nome da civilização, da cultura e do “triunfo da verdade”.

Contos da violência normal no Harlem
Lee Daniels é o realizador do filme de que se fala para os Óscares: “Precious”, testemunho em tom de catarse sobre a violência física e emocional numa família do Harlem. Juntam-se a ele as suas actrizes, Mo’Nique, a mãe agressora, e Gabourey Sidibe, a filha obesa. E o toque de Oprah Winfrey.

Panda Bear não tem prazeres culpados
Mostrar música a Noah Lennox significa alargar fronteiras. De Jackie Mittoo ao som perfeito do dub, de Variações aos Orange Juice e a Bob Dylan. Nos concertos de hoje e amanhã, no Lux, vai surpreender-nos com a música do seu próximo álbum. Antes, surpreendeu-nos a nós: 10CC? “I’m not in Love”? “Clássico, Clássico”.

Quanto mais me bates mais Massive Attack
Um grupo fundamental da década de 90 regressa com novo álbum, “Heligoland”. Mais uma vez, o parto não foi nada fácil.

Viagem na companhia do poeta dos sons
Partilham a paixão por Schuman e acham que o segredo da interpretação está em saber ouvir o outro. O barítono Florian Boesch e o pianista Roger Vignoles prometem mostrar a simbiose entre música e poesia no ciclo que o CCB dedica ao compositor.

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Um comentário a Sexta-feira pode ler no suplemento Ípsilon

  1. Pronto, Isabel, já se pode dizer :-)
    Parabéns pela ousadia, O Público está no Kindle; que comodidade, que conforto. O preço é bem razoável e os conteúdos muito completos. Só tenho mesmo pena do Inimigo Público não estar lá…

    É curioso que a escrita “vale por si”, no Kindle. Não há “distracções” que “disfarcem” a qualidade da escrita. É a escrita jornalística no seu estado mais “puro”.

    É evidente que se perde a imagem gráfica, cuja qualidade sempre foi uma imagem de marca do Público, mas insisto, os textos ali “valem por si”.

    O resultado final é excelente.

    José Bernardes

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