Na quinta-feira (mais cedo do que o habitual) pode ler no suplemento Ípsilon

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Na capa

Malik, árabe, 19 anos, 6 anos de cadeia
Um herói do nosso tempo, no grande filme de Jacques Audiard, “Um Profeta”

“É a imagem do árabe, como ícone, que é preciso promover. Para que se pareça com a sociedade onde vivo”
Jacques Audiard, realizador, filma um herói épico, cheio de virtudes e de artimanhas. Ei-lo: Malik, jovem árabe, presidiário, profeta de uma nova inteligência e de uma nova ordem. “O cinema deve assemelhar-se ao que se vê na rua”, diz o realizador. Pela forma como filma, o nosso coração quase parou. Por Vasco Câmara.

Fanny, vieni qua…

“Cinzas e Sangue” é o primeiro filme que Fanny Ardant realiza. Com ele aprendeu que no cinema há milagres. E que a sorte desta vida é alguém nos dizer: “Vieni qua”.

800 anos de poesia a dois gostos e 267 votos

Jorge Reis-Sá e Rui Lage antologiaram 800 anos de poesia num calhamaço de 2149 páginas que reúne mais de dois mil poemas de 267 autores. O enviado do Ípsilon a este continente lírico atravessou-o de lés a lés e conta o que viu.

Dentro da cabeça do Cronópio

“A Volta ao Dia em 80 Mundos” é mais um capítulo da chegada de Julio Cortázar a portugal. Em 2010 haverá mais. “Papéis Inesperados – textos inéditos”, retrato total do escritor, e “Bestiário”, monumental antologia de contos. São dois gigantescos avanços no mapa Cortázar, um autor que mudou vidas.

O espelho de Hipátia

Tornou-se uma lenda não pelo que fez em vida mas pelo que lhe fizeram na morte. É a protagonista do filme “Àgora” e de um estudo biográfico acabado de editar em Portugal. Duas visões de Hipátia de Alexandria, uma mulher que acreditava em saber mais.

A maldição da guitarra portuguesa

Ricardo Rocha entrega-se a ela como nenhum outro nas últimas décadas. Em “Luminismo”, o novo álbum, tem um segundo CD só com piano. É um fado: o seu instrumento preferido não é a guitarra que toca excepcionalmente.

Nikias Skapinakis, o pintor que vive dentro da tela

Como pretexto , se preciso fosse, para olhar para uma vida: um documentário de Jorge Silva Melo, a ser lançado em DVD, e uma exposição e um álbum com a sua obra biográfica. Mais do que tudo: as coisas que nos interpelam e que estão na sua pintura.

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