Ele diz que é o editor da treta

(esta foto é da Cláudia Andrade)

Costuma dizer que é o “editor da treta” mas aos 37 anos, Alexandre Vasconcelos e Sá, acaba de se despedir de um dos maiores grupos editoriais portugueses, o grupo Leya, onde era o editor da Caderno, para ser o director responsável pelas edições gerais Santillana em Portugal.

O convite da Santillana era “muito aliciante”, o “projecto extraordinário com total margem de liberdade” e coincidia com “aquilo que era o meu projecto de trabalho”, explica.

Nas feiras internacionais do livro, como Frankfurt e Londres, Alexandre anda sempre a correr de um lado para o outro, quase sem dormir. Tem sempre convites para as melhores festas, conhece toda a gente, desde editores a agentes – é impossível tentar ter uma conversa de minutos com ele porque aparece sempre alguém que está a passar por ali e o conhece. É aí que se vê que é um óptimo relações públicas.

Tem sido convidado para participar como editor em vários programas internacionais. Foi um dos 16 jovens editores escolhidos pela Feira do Livro de Frankfurt para participar numa formação intensiva sobre as diferentes formas de trabalhar o livro e visitar as grandes editoras alemãs. Participou em programas idênticos em Itália (através da Feira do Livro de Turim) e Nova Iorque (viagem organizada pela German Book Office) com passagem pelas grandes editoras norte-americanas e pela Ledig House, uma casa para escritores naquela cidade, onde já estiveram Inês Pedrosa e José Eduardo Agualusa.

Pode ir ler mais aqui.

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