Goodbye Emmanuelle

Um pedaço de confissão, sem despudor: entre 1972 e 1976, os cartazes de Emmanuelle, de Just Jaeckin, O Último Tango em Paris, de Bernardo Bertolucci, O Intruso, de Luchino Visconti ou Malícia, de Salvatore Samperi, foram a minha introdução (muito à porta, portanto) ao interdito. Eram os filmes “dos pais”, os filmes do incontornável porteiro […]