O meu Fassbinder

Foi ela que montou a década final da obra de Fassbinder. Foi ela que partilhou os seus últimos anos. Foi ela que o descobriu morto. Ela é Juliane Lorenz, a responsável pela Fundação Fassbinder, a quem se deve o restauro de “Man on a Wire”, mini-série de ficção científica que o cineasta alemão experimentou no início dos anos 70 e que esta semana chega às salas portuguesas. Esta entrevista foi feita em 2007, quando Lorenz inaugurou na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, a retrospectiva integral dedicada ao cineasta. O que se segue é o homem dela

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