Eastwood é um homem pacífico. Mas tem um reservatório de raiva

O biógrafo diz isto dele: “É um homem pacífico, reservado, delicioso. Agora, se acho que ele tem um reservatório de raiva? Acho que tem.” O biógrafo é Richard Schickel, que foi crítico da “Life”, depois da “Time”, e escreveu livros sobre D. W. Griffith, James Cagney, Brando ou Cary Grant – o seu “habitat” é a memória do cinema clássico.

O biografado é Clint Eastwood. Conheceram-se em meados da década de 70 e 20 anos depois, em plena consagração de Eastwood com “Imperdoável” (1992), Schickel atirou-se à tarefa de escrever uma biografia. Regressamos a essas 500 páginas, “Clint Eastwood” (1996, Knopf).

 

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