Gabriel Abrantes em destaque em Veneza on e off

“Todos os meus filmes atacam o estereótipo do que é estabelecido como moralmente correcto pelo amor familiar. As raparigas de ‘Palácios da Pena’ não têm nenhuma culpa, mas afinal têm toda a culpa porque fazem parte de uma família e nessa família há uma avó que sonha, que deseja ser inquisidora. Interessou-me essa ‘cultura de liceu’, a puberdade, o poder do corpo: as raparigas começam a usar o sexo como jogo de poder, como metáfora e continuação dos jogos de poder da avó.” Gabriel Abrantes na secção Horizontes e no circuito off do festival, onde haverá um “focus on Gabriel Abrantes” com um programa, “Liberdade”, “History of Mutual Respect”, “Visionary Iraq”, “Olympia”, comissariado por Geraldine Gomez, do festival multidisciplinar “Hors Pistes”, Centro Pompidou, Paris.

Gabriel Abrantes

Um comentário a Gabriel Abrantes em destaque em Veneza on e off

  1. Um filme CONTRA o amor familiar? A dizer que a culpa da nossa situação é dos nossos pais e avós?

    Com a própria avó do realizador??

    Que espécie de ser humano é este?

    Este realizador não é uma pessoa, é um monstro.

    A culpa não é dos nossos pais, eles deram-nos à luz, sem eles não existíamos! Se há culpas para serem atribuídas a alguém, só podemos tribuí-las a nós.

    A geração dos nossos avós não é a dos inquisidores, os inquisidores do futuro serão pessoas como Gabriel Abrantes, que não têm coração.

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