“As bolsas são temporárias e uma infraestrutura baseada apenas em bolseiras é um edifício com pés de barro” Profª Catedrática da Universidade de Lisboa, Maria Amélia Martins-Loução

Hoje, dia 11 de novembro de 2014, dia do 8ºaniversário do Borboletário, a Profª. Catedrática da Universidade de Lisboa, Maria Amélia Martins-Loução publicou um artigo de opinião sobre o Borboletário, onde é feita uma reflexão sobre os oito anos de história deste projeto. Ao longo de todos este anos, todo o trabalho de gestão do funcionamento diário, desde a criação de plantas e borboletas, passando pelas saídas de campo, pelo desenvolvimento de atividades de educação ambiental e pela dinamização de projetos de monitorização ecológica e de divulgação científica tem sido assegurado por 3 bolseiras que Fundação para a Ciência e Tecnologia tem valorizado e financiado. Tal como escreveu no seu artigo a Professora relembra “As bolsas são temporárias e uma infraestrutura baseada apenas em bolseiras é um edifício com pés de barro”, como tal “é indispensável valorizar este tipo de infraestruturas científicas e arranjar parcerias que viabilizem a sua sustentabilidade”.

Recordamos que é hoje às 15h no Palmário do Jardim Botânico a mesa redonda para debater o passado, presente e futuro deste projeto. Estão todos convidados a aparecer!

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