TIAC reúne com FMI sobre custos da corrupção

A Transparência e Integridade – Associação Cívica (TIAC), Ponto de Contacto Nacional da organização global de luta contra a corrupção Transparency International, reuniu na tarde desta sexta-feira com o representante residente sénior do Fundo Monetário Internacional em Lisboa, Albert Jaeger. O encontro de duas horas, organizado a convite da eurodeputada e sócia honorária da TIAC Ana Gomes, visou discutir o impacto negativo da corrupção nas políticas de urbanismo e ordenamento do território.

A delegação da TIAC, liderada pelo vice-presidente Paulo Morais e pelo investigador e especialista em urbanismo Pedro Bingre, apresentou ao representante do FMI um documento-síntese das principais preocupações da TIAC nesta matéria (veja aqui), onde constam um conjunto de recomendações específicas para combater a corrupção e aumentar a transparência na gestão de solos e nos processos de planeamento e licenciamento urbanístico.

Albert Jaeger mostrou-se interessado em aprofundar o debate sobre as implicações macro-económicas da política de solos e de urbanismo em Portugal, nomeadamente o seu impacto nos níveis de endividamento privado e o peso dos ativos imobiliários no balanço dos bancos portugueses. A TIAC continuará a ronda de contactos com as instituições da Troika (FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia) para discutir os riscos de corrupção inerentes ao plano de resgate a Portugal. Um documento elencando esses riscos pode ser consultado aqui.

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Um comentário a TIAC reúne com FMI sobre custos da corrupção

  1. Será que o PR está a chamar corruptos aos outros países? Porque se o nosso Governo usa de transparência nos seus actos, das duas uma: ou o PR necessita urgentemente de oftalmologista (dada a idade talvez sofra de cataratas, entre outras maleitas – palhaço não é doença, é uma nobre profissão para quem vive dela) ou continuamos a ser tratados como mentecaptos. Aqui vai o meu espírito cristão: perdoai-lhe Senhor, porque não sabe o que diz. OU SABERÁ?

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