A pergunta de Jorge Vasconcelos a Olli Rehn

Acha que o FMI, o BCE e os seus próprios serviços já compreenderam que a eficiência energética e as renováveis são elementos essenciais da Estratégia 2020 para o crescimento económico aprovada por todos os chefes de Estado e de Governo da UE?

A pergunta de Arlindo Cunha a Assunção Cristas

O Governo a que pertence tem, infelizmente, sido um continuador dos dois que o precederam na aplicação de políticas que estão a agravar a desertificação do Interior. Como a sr.ª ministra irá em breve gerir um novo pacote de fundos comunitários destinados à agricultura e ao desenvolvimento rural, como pensa aplicá-los por forma a contrariar essa tendência e, no que respeita aos pagamentos directos aos agricultores, como pensa garantir que só possam beneficiar deles quem produzir efectivamente?

A pergunta de José Mendes a Miguel Relvas

Estará o Governo disponível para retomar uma agenda estruturada, que parta da definição de políticas para a rede urbana e para os territórios de baixa densidade e se concretize sucessivamente na reformulação das competências autárquicas, na fusão de municípios e, por fim, no redesenho do mapa de freguesias?

A pergunta de José Tolentino Mendonça a Paulo Côrte-Real

As razões humanas profundas que levam um casal homossexual a desejar a adopção não são diferentes das que movem um casal heterossexual. Acha que estão reunidas as condições históricas e sociais para que uma lei deste teor seja instituída (penso sobretudo na estabilização das uniões; numa rede familiar de suporte; e no fim do preconceito social que indignamente persiste)?

A pergunta de Torres Couto a Arménio Carlos

Não teme o actual secretário-geral da CGTP que se considere o calendário encontrado como parte de uma estratégia focada essencialmente na afirmação da sua nova liderança, mais agressiva, militante e obreirista que a anterior, sacrificando a adesão de muitos e muitos mais trabalhadores a uma estratégia de afirmação pessoal?

A pergunta de Cristina Montalvão Sarmento a Marcelo Rebelo de Sousa

A privatização dos sectores políticos e estratégicos dos Estados-nação é uma realidade do poder e da economia global. Se não se questionam as nomeações para os conselhos gerais das universidades, porquê fazê-lo na EDP ou na AdP, se em todos os casos se trata do controlo possível destes sectores? Porque não eleva o debate político nacional explicando ao público o que é a plutocracia?