Audiências – Sábado, 29 de Novembro

Programa mais visto do dia: o programa de apanhados da SIC Não Há Crise! (14,0 de rating/39,9 de share/aprox. 1,325 mil espectadores), seguido do Telejornal da RTP-1 (12,3/31,8/1,163 mil) e do Jornal Nacional da TVI (11,9/30,7/1,126 mil).
Programa mais visto da RTP-2: o magazine Voluntário (2,5/8,1/236 mil).
Canal mais visto no universo de cabo: TVI (share de 24,9/média diária de 163 mil espectadores), seguido da SIC (21,3/140 mil) e da RTP-1 (18,7/123 mil).
Canal de  cabo mais visto: SIC Notícias (4,6/30 mil; quarto canal do dia), seguido do Panda (2,5/16 mil; sexto canal) e do Hollywood (1,8/12 mil; sétimo canal).

11 comentários a Audiências – Sábado, 29 de Novembro

  1. Liberdade 21 foi muito mal aproveitada. É uma pena que tivesse sido transmitida ao sábado à noite, irregularmente (devido à liga Sagres) e após a Voz do Cidadão. Vila Faia continua a ter bons resultados. Documentários históricos não são para os portugueses. Olhos nos Olhos continua com a tendência de queda.Mas o grande destaque vai para Não Há Crise que ganha o dia com 40% de share, parabéns.

  2. Não há Crise, foi a 1ª vez que vi. Deu para desconstrair… e não foi preciso ridicularizar nada nem ninguém. Nota-se que não é feito em Portugal… aqui, para ter graça é, quase sempre, ofensivo…

  3. Não há Crise continua a fazer sucesso aos Sábados, agora nos 40% de share. Segredos da Magia também ajuda à liderança da SIC, que lá vai dando para subir uns pontos as média semanais, porque de 2ª a 6ª é o que se sabe. Tendo em conta que o proprietário do blog tem acesso ao top 10 de cada canal, pode adiantar os resultados d’A Favorita, presumindo eu que esta lá figure?Liberdade 21 a fazer mínimos, depois de ser tão maltratada, e o resto do horário nobre da RTP1 este muito mal.

  4. Eu gostaria de saber qual foi a audiência do filme “Magnólia”, que deu na RTP2, até para ver qual a diferença em emitir um bom filme, mais ou menos recente (ao menos não é de 1950), neste canal.Aliás, Jorge, qual é a sua opinião sobre a aposta da RTP2 em filmes dos anos 40 e 50 nas noites de sábado? Eu faço esta pergunta porque eu considero que a RTP2 se poderia apresentar como alternativa credível para os telespectadores em geral, e desta forma não o consegue fazer, reduzindo a sua audiência a valores irrisórios, que, sinceramente, não sei, sequer, quem é que terá paciência para ver tais filmes, que têm qualidade, sim, mas enfim… o tempo passou. E uma coisa são dois ou três de vez em quando, outra coisa são dois seguidos numa noite, como acontecerá no próximo sábado :X

  5. A Tv Portuguesa vai muito nivelada por baixo , quando a TVI transmite na minha opinião seu melhor programa CQC, passa Liberdade 21 na RTP1(algo mal tratada mas isso é outro assunto) que é uma excelente série e até um excelente documentário sobre os Portugueses na 1ª Guerra Mundial, a maioria do povo vai ver um programa de Apanhados enlatados na Sic(o programa de Magia até é bom eu já o tinha visto em parte na TV Record). Por favor assim não merece a pena as tv´s darem-se ao trabalho de pensar em fazer tv á séria. Basta continuar assim Apanhados muitas novelas programas ao estilo Goucha e afins, concursos mas apenas porque só isto não chega para preencher o dia todo(e um deles já vai acabar até ao fim do ano) e por fim séries de qualidade de Madrugada e nõ pode faltar claro de vez enquando futebol. Coisas com real interesse e este Sábado havia praticamente em todos(não falo do cabo) a ver pelas audiências em Portugal não vale a pena.

  6. Concordo, na generalidade, com a opinião do Hugo Cunha.Claro que é mais que notória a superioridade qualitativa do CQC em relação ao Não Há Crise!. Mas também é notória a diferença de facilidade no consumo de ambos os programas.Só espero é que 2009 não seja o ano da volta dos enlatados em Portugal. A SIC já começou a agarrar-se a estes formatos … espero que a concorrência não seja contaminada.É por isso que as novelas são sempre as apostas, já que é dos poucos produtos que permitem rentabilidade e sucesso audiométrico.

  7. Caro Pedro, não poderia estar em maior desacordo relativamente aos filmes transmitidos pela RTP2. O argumento que “o tempo passou” não me parece muito válido. As grande obras resistem ao tempo. Por outro lado, a afirmação que o canal aposta em filmes dos anos 40 e 50 não corresponde à verdade. A oferta é bastante ecléctica.

  8. Tambem não concordo com o Pedro aqueles filmes muitos deles são dificeis de ver e arranjar onde quer que seja(só passarem ná RTPm não concordo á quem não tenha cabo), especialmente uma das raridades do próximo Sábado o clássico de terror A Casa de Cera com Vincent Price do tempo que os filmes de terror eram realmente filmes de terror(a excepção por estes dias é algum do terror vindo do oriente e muitas vezes mal copiado pelos Americanos e tambem umas pequenissimas excepções aqui do lado Espanha tambem copiadas pelos Americanos ver filme Rec). Á quanto tempo não se via um filme do Fred Astaire por cá como se vai poder ver, à que agradecer isso á RTP, pois se não forem eles quem os vai passar. Que saudades do antigo espaço da Sic aos Domingos á tarde de nome Chiado Terrace julgo que era assim que se chamava, infelizmente desapareceu, ainda me lembro de lá ver o clássico A Dama das Camélias, ou até e com sucesso na altura filmes com o José Lito e a Marisol. Não me chamem de velho apenas tenho 31 anos e adoro ver estes clássicos, ainda á dias passei parte da noite a ver um filme do Cantiflas pelo RTP Memoria e confesso adorei. Mas para que não achem que só vejo filmes antigos aconselho o novo filme de Ridley Scott é muito bom e estou curioso para ver o Amália.

  9. E já agora para terminar o assunto o último que passou na RTP2 não é muito antigo e é um dos melhores filmes que tive oportunidade de ver falo de Magnólia e o ciclo dedicado a Manuel de Oliveira tinha justificação. O que a RTP devia ter era a horas decentes um espaço para filmes não Americanos tambem muito dificieis de encontra neste país especialmente para quem não mora em Lisboa ou Porto.

  10. A RTP2 vai passar dia 13 de Dezembro o filme Coma com Michal Douglas de 1978 portanto nem todos os clásssicos são dos anos 40 e 5o.