Lucy Floribella

A primeira série de Floribella foi o fenómeno que se sabe, a segunda não chegou a sê-lo; Luciana Abreu regressa agora como animadora de um novo programa dedicado à faixa etária que os americanos chamam de tweens (por outras palavras, os pré-adolescentes até aos 14 anos) e que irá preencher as manhãs de fim-de-semana da SIC. Com cerca de hora e meia de duração, o Programa da Lucy (cujo site, apesar do programa começar agora, ainda não está activo) arranca amanhã de manhã às 10h30 e vê a SIC tentar apanhar o horário que a TVI “fixara” até agora com o Detective Maravilhas e onde o canal de Carnaxide já obteve em tempos alguns bons resultados com a malfadada novela Chiquititas. 

Um comentário a Lucy Floribella

  1. A primeira “Floribella” tinha um mundo encantado muito próprio. Estragou-se com a morte do personagem do Diogo Amaral (porque não continuar com o autor noutra personagem?) e o aparecimento de personagens fraquisissimas (as personagens do Jorge Corrula e Ricardo Pereira, por exemplo).Parece-me que a ideia do “Lucy Show” é seguir os moldes dos “Xou da Xuxa” que nunca singraram em portuguesa, exceptuando (penso eu) o Bueréré da Ana Malhoa.Até a esse fim do ano (em que a Floribella foi o prato da emissão da SIC) podiamos ver que a Luciana Abreu era verdadeiramente encantadora com os mais pequenos. Nunca fui um grande seguidor da série/novela mas até gostava de uma ou outra canção (sonho azul ou vestido qualquer coisa).A Luciana Abreu quis desligar-se desse passado com a operação aos seios (afinal não é tão simples como parecia), com a capa da FHM e outras atitudes.Mas tudo é possível. A Xuxa também não tinha capas para os pais e canções para os filhos?Se as novas crianças acharem que a Lucina Abreu continua a ser verdadeira (em termos humanos) e se criarem rubricas, canções, cenários que atraiam o público alvo tudo é possível.Mas não nos podemos esquecer que a Luciana Abreu não fazia parte das apostas do Francisco Penim.